
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
sábado, 27 de dezembro de 2008
RECTROSPECTICA DE 2008
Caros Amigos,
É chegado o final do ano, época em que é comum colocarmos na balança todas as nossas realizações pessoais e profissionais, e principalmente fazermos planos para o ano seguinte esperando que tudo seja diferente e melhor.
Mas, como todos os blogues que se prezem, fiz uma breve pesquisa para fazer uma retrospectiva desportiva de algumas actividades deste ano, e o resultado foi impressionante.

É chegado o final do ano, época em que é comum colocarmos na balança todas as nossas realizações pessoais e profissionais, e principalmente fazermos planos para o ano seguinte esperando que tudo seja diferente e melhor.
Mas, como todos os blogues que se prezem, fiz uma breve pesquisa para fazer uma retrospectiva desportiva de algumas actividades deste ano, e o resultado foi impressionante.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
MENSAGEM DE NATAL

A Melhor mensagem de Natal é aquela que sai do coração de cada um de nós e que tenta demonstrar o quanto algumas pessoas são importantes nas nossas vidas.
É hora de renovar os sonhos.
Não existe realização sem sonho, sonhar é rascunhar a realidade, conquistar é acreditar, não conquistamos aquilo que não acreditamos.
Procuremos amar mais, acreditar, sonhar e viver mais.
Que tudo isso sirva, não apenas para o dia de natal, mas para o Natal de todos os dias.
O ESTAREJADIGITAL deseja a todos muita paz, felicidade, prosperidade, amor e muitos sucessos desportivos.
domingo, 7 de dezembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Quando se contrata um treinador
Tem a sua piada que o português seja tão exigente com o futebol. Se a equipa perde duas vezes de seguida (às vezes basta uma), começam logo a querer despedir o treinador, e a assobiar a equipa. As pessoas querem resultados, e quando não os obtém, os clubes não têm problemas em despedir um treinador e contratar outro, mesmo se a culpa até nem era dele.
Quando no início da época se contrata um treinador, os clubes devem ter presente que mais do que o líder ou o estratego, contrata-se também, simultaneamente, o seu modelo de jogo preferencial.
A partir desse momento, a construção da equipa – e do plantel- deverá ser feita tendo em conta essa referência, de forma a permitir por em prática a sua filosofia de jogo, sistema e táctica. Não faz sentido, um treinador alterar o seu modelo de jogo de equipa para equipa em função dos jogadores. Tal só significaria falta de personalidade táctica e, até incoerência ideológica. Aceitando uma realidade dessas, o treinador, no caso de insucesso, seria condenado sem defender as suas ideias, mas sim por aplicar as dos outros, esses sim os principais responsáveis –dirigentes ou administrações- que, impunes, limitam-se a despedir o treinador, fugir ás suas responsabilidades, e contratar outro técnico, quase sempre com um modelo completamente diferente. Este cenário sucede todas as épocas, em vários clubes e nele está a razão para a maioria dos incussesos de muitas equipas de quem até dizem ter bons jogadores.
A confusão de competências que cruzam os actuais departamentos de futebol – presidente, director desportivo, treinador- impede muitas vezes, sem uma articulação correcta, a construção de uma ideologia comum que respeite os princípios atrás referenciados. No fundo, a ultima palavra deveria pertencer sempre ao treinador, e isso, na maioria das vezes, não acontece. Como é possível então julgá-lo depois pelos resultados se ele não teve condições para por em pratica o seu modelo? Ou seja, é condenado pelas ideias dos outros. Muitas vezes, porém, mesmo com sintonia de ideias desde o primeiro dia, não é possível encontrar todas as condições –entenda-se jogadores- para colocar em prática esse modelo de jogo. Nesses casos, o treinador terá de procurar novos equilíbrios, capaz de conciliar as suas ideias com as limitações presentes.
Quando no início da época se contrata um treinador, os clubes devem ter presente que mais do que o líder ou o estratego, contrata-se também, simultaneamente, o seu modelo de jogo preferencial.
A partir desse momento, a construção da equipa – e do plantel- deverá ser feita tendo em conta essa referência, de forma a permitir por em prática a sua filosofia de jogo, sistema e táctica. Não faz sentido, um treinador alterar o seu modelo de jogo de equipa para equipa em função dos jogadores. Tal só significaria falta de personalidade táctica e, até incoerência ideológica. Aceitando uma realidade dessas, o treinador, no caso de insucesso, seria condenado sem defender as suas ideias, mas sim por aplicar as dos outros, esses sim os principais responsáveis –dirigentes ou administrações- que, impunes, limitam-se a despedir o treinador, fugir ás suas responsabilidades, e contratar outro técnico, quase sempre com um modelo completamente diferente. Este cenário sucede todas as épocas, em vários clubes e nele está a razão para a maioria dos incussesos de muitas equipas de quem até dizem ter bons jogadores.
A confusão de competências que cruzam os actuais departamentos de futebol – presidente, director desportivo, treinador- impede muitas vezes, sem uma articulação correcta, a construção de uma ideologia comum que respeite os princípios atrás referenciados. No fundo, a ultima palavra deveria pertencer sempre ao treinador, e isso, na maioria das vezes, não acontece. Como é possível então julgá-lo depois pelos resultados se ele não teve condições para por em pratica o seu modelo? Ou seja, é condenado pelas ideias dos outros. Muitas vezes, porém, mesmo com sintonia de ideias desde o primeiro dia, não é possível encontrar todas as condições –entenda-se jogadores- para colocar em prática esse modelo de jogo. Nesses casos, o treinador terá de procurar novos equilíbrios, capaz de conciliar as suas ideias com as limitações presentes.
sábado, 8 de novembro de 2008
5ª CONFERÊNCIA TREINO DE JOVENS
21 de Novembro de 2008
21.00 h
Hotel Dighton
Oliveira de Azeméis
21.00 h
Hotel Dighton
Oliveira de Azeméis
Esta será a 5ª edição da Conferência sobre Treino de Jovens, que a Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis organiza, num momento em que o desporto juvenil em Portugal debate-se com problemas de baixa adesão e de um considerável abandono prematuro.
Apenas 10% da população juvenil entre os 10 e os 16 anos encontram-se enquadrados no sistema desportivo português, sendo a faixa etária determinante para a aquisição de hábitos de actividade física, para a implantação do gosto pela prática desportiva e para a aquisição dos conteúdos básicos da maioria das modalidades.
Este quadro resulta de múltiplos factores, tais como as estruturas de acolhimento, desvio nas orientações aconselhadas para o desporto juvenil (treino e competição) e a grande diversidade de interesses fora da órbita do desporto.
O movimento associativo ao intervir no intervalo etário coincidente com o período de escolaridade obrigatória, contribui para o desenvolvimento integral dos jovens, afirmando o Desporto como importante factor de aperfeiçoamento pessoal e social, formação do carácter, integração dos valores da cidadania em geral e da ética e espírito desportivo em particular e a sensibilização e desenvolvimento de estilos de vida saudável.
Neste contexto, o treinador é de facto um dos elementos nucleares do processo desportivo e é instrumento determinante da sua transformação. Cabe-lhe a responsabilidade de agir, não só sobre os praticantes, mas também sobre pais e dirigentes, a fim de alterar as atitudes e comportamentos destes face ao desporto para jovens, contribuindo para reformular o seu pensamento e filosofia de intervenção, daí também a cada vez maior importância da comunicação, neste cada vez mais complexo mundo do desporto nos escalões de formação.
As inscrições são gratuitas e podem ser efectuadas por correio, por fax 256 660 896, por e.mail gdesporto@cm-oaz.pt, ou entregues pessoalmente no Gabinete de Desporto até ao dia 19 de Novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Seminário Nacional "Treino de Guarda Redes"

Hoje em dia, o Guarda Redes não tem apenas como missão tentar deter os remates da equipa adversária e assim manter a sua baliza inviolável.
Com a evolução que o futebol sofreu ao longo dos últimos anos, as responsabilidades do Guarda Redes aumentaram, assim se alterando a forma
de ocupar a área ou mesmo a participação no lançamento de contra ataques.
Por isso, o Guarda Redes tem que ser mais do que o resultado de algum talento cuja formação é feita através de exercícios isolados da restante
equipa, e que apenas é integrado quando a equipa realiza situações de jogo ou de "finalização". No sentido de dar resposta às novas exigências
impostas pela alta competição, torna-se fundamental dotar todos os Técnicos e Guarda Redes de capacidades que lhe permitam cumprir as suas
funções de uma forma eficaz.
O meio de potencializar as capacidades nesta posição tão específica é a formação desportiva. É este o objecto do presente Seminário, dedicado à
formação do Guarda-redes no Futebol moderno de alta competição.
Programa Científico Definitivo
Dia 1 Dezembro 2008- 2ª Feira - Feriado
08h30m - Abertura do Secretariado
09h30m - Sessão de Abertura
10h00m - Modelo de Formação do Guarda Redes Wil Coort – FC Porto
10h45m - Pausa para Café
11h00m - Planeamento e Periodização do Treino de Guarda Redes Ricardo Peres – Sporting CP
11h45m - Análise e Observação de Guarda Redes Fernando Brassard – Selecção Nacional
12h30m - Pausa para Almoço
14h30m - Modelo de Treino de G.R. das Escolas aos Juniores Vítor Silvestre - Sporting CP
15h15m –Treino do G.R. Profissional."A Dimensão da Exigência Europeia”Jorge Vital – SC Braga
16h00m - Pausa para Café
16h15m – Treino GR – Aspectos Psicológicos Silvino Morais – AAC - OAF
17h00m - Pressupostos Técnico-Tácticos-Modelo de Intervenção. Luis Matos – SL Benfica
18h00m - Visita à Academia Dolce Vita
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