quarta-feira, 30 de junho de 2010

ACABOU!!!

Sem surpresa, e com justiça, ganhou a melhor equipa, a Espanha, num jogo em que a selecção nacional foi confrontada com as suas limitações: bem enquanto defendeu o zero, inexistente quando teve de atacar.

Portugal sai do Mundial sofrendo um único golo, mas só tendo marcado (sete) à equipa n.º 105 do ranking FIFA, colocada dois lugares acima do Ruanda. Muito pouco para as ambições faladas. À altura do que este grupo de jogadores vale. Sinceramente, a equipa de Queiroz chegou onde podia e merecia.

O jogo mostrou como o plantel é reduzido e o treinador é avesso ao risco. Hugo Almeida foi retirado quando era preciso jogar para marcar e ao seu lado Simão marcava passo. No entanto, porque devia estar estudado e predefinido, naquela altura tinha de se proceder assim - não havia nada a fazer! Quando tudo é tão cientificamente estudado, à realidade não é permitido atrapalhar. E, portanto, depois de casa roubada, ainda houve tranca à porta (Pepe por Pedro Mendes) antes de ser permitida a entrada de Liedson (que as opções do treinador neste Mundial tão maltrataram sem se perceber a razão).

Quem olhar de forma fria e substantiva para os 90 minutos terá de chegar à conclusão de que a vitória espanhola só foi tangencial porque Eduardo se assumiu como o melhor homem em campo. Defendeu tudo o que podia e reforçou a ideia de que finalmente há na baliza nacional um homem à altura, com qualidade e carácter.

A Espanha honrou o seu estatuto de favorita na posse da bola (60--40), na forma agressiva como entrou em campo, nas oportunidades construídas, na forma como conduziu sempre o jogo. E o seu treinador, Del Bosque, não hesitou quando teve de retirar uma estrela mediática mas de rendimento nulo (Fernando Torres).

A primeira parte de Portugal foi, ainda assim, razoável. O melhor período da equipa! O nervo de alguns jogadores disfarçou a enorme diferença de dinâmica e de potencial futebolístico dos dois conjuntos.

terça-feira, 29 de junho de 2010

FORÇA PORTUGAL!!!


Espanha - Portugal


Passar dos oitavos-de-final não é uma obrigação, é uma ambição. Legítima e desejável, mas apenas uma ambição. Portugal não foi uma Selecção com sorte nos acasos do sorteio.
Primeiro, porque teve de enfrentar o grupo mais heterogéneo e mais forte, onde só a Coreia do Norte não era a equipa mais poderosa do seu continente. Depois, porque já se previa que, em caso de ficarmos em segundo lugar no grupo, atrás do Brasil, dificilmente evitaríamos a Espanha.
A dado momento, a sorte parecia estar a mudar. Quase inexplicavelmente, a Espanha perdeu com a Suíça e esse resultado dava uma esperança de evitarmos, nos oitavos-de-final, o campeão da Europa. Mas a Suíça era frágil de mais, aquele resultado tinha tido, mesmo, uma razão de acaso e a Espanha conseguiu regressar à sua natural condição de líder do grupo e, assim, colocar-se no caminho de Portugal.
A Espanha é favorita neste jogo e é por isso normal que a maioria das apostas, que se fazem por esse mundo fora, dêem como mais provável a vitória espanhola. Mas é, no entanto, nestas circunstâncias, em que as vitórias são mais difíceis e, até, mais imprevistas, que se alcançam os lugares na História e esse é, indiscutivelmente, um facto que conta a favor de Portugal.


segunda-feira, 21 de junho de 2010

Portugal 7 - 0 Coreia do Norte

“Estamos acostumados a enfrentar as tormentas do Cabo da Boa Esperança”

Antes de Portugal, três das mais bem cotadas seleções que disputam a Copa do Mundo da África do Sul haviam sucumbido na Cidade do Cabo. França, Itália e Inglaterra não conseguiram vencer seus jogos no charmoso estádio Green Point.


Portugal apareceu no Mundial! À equipa das quinas bastou apresentar a atitude certa, para que o talento sobressaísse com naturalidade. Protagonizada a maior goleada do Mundial, até ao momento, resta esperar que a equipa se tenha libertado definitivamente das amarras.


Perante a maior goleada de Portugal em fases finais de grandes torneios (Europeus ou Mundiais), cresce a fé do povo. O dia foi de festa, e até Cristiano Ronaldo regressou aos golos!


FORÇA PORTUGAL!!!



Portugal - Coreia do Norte


12h30, Cidade do Cabo. Os olhos de todo um país colocados sobre a selecção dirigida por Carlos Queiroz. Não há tempo nem espaço para «porquês» ou «mas». Exige-se uma vitória, de preferência concludente e que ajude a esquecer a estreia cinzenta e os fait divers em redor de Nani e Deco. Portugal-Coreia do Norte, dia dos «navegadores» fazerem jus ao epíteto e rumarem ao melhor dos portos: o abrigo da vitória.


Nesta altura já há mais dados sobre a Coreia do Norte. A equipa asiática deu uma boa resposta frente ao Brasil, mostrou alguns jogadores muito interessantes e pode voltar a criar problemas. Só um Portugal melhor, mais forte e concentrado pode dar uma alegria a este rectângulo à beira-mar plantado.

E, já se sabe, quantos mais golos melhor. Não é uma questão de orgulho, é mesmo uma necessidade. O goal-average isso mesmo exige.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Costa do Marfim 0 - 0 Portugal

No jogo inaugural acabou por dar empate. Faltou ambição a Portugal em querer fazer algo mais. O nosso seleccionador não quis arriscar (não o crucifico por isso) e agarrou-se ao empate, que agrada mais à Costa do Marfim do que a Portugal.

A formação nacional teve 15 minutos iniciais bastante agradáveis, quando Cristiano Ronaldo (quase explodia!) atirou uma bomba ao poste. A partir daí, as dificuldades para criar perigo foram muitas e foi a equipa africana quem mais vezes andou perto da baliza portuguesa, embora sem também assustar Eduardo.
O primeiro lugar continua a ser um objectivo perfeitamente ao nosso alcance. Como português (e crente nesta selecção) aposto na vitória de Portugal no próximo jogo.

terça-feira, 15 de junho de 2010

FORÇA PORTUGAL!!!

Costa do Marfim - Portugal




É hoje! Portugal inicia a sua campanha no Mundial 2010 frente à Costa do Marfim, com o sonho de fazer história na África do Sul e chegar até onde os deuses deixarem. Sob o comando de Cristiano Ronaldo, a estrela nacional mais cintilante, os pupilos de Carlos Queiroz enfrentam um rival de peso na luta pelo apuramento para os oitavos-de-final e entrar com o pé direito é absolutamente fulcral.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

O MUNDIAL VAI COMEÇAR!




O Mundial a sério começa hoje. Quando a África do Sul e o México derem o pontapé de saída para o jogo inaugural, espera-se que as discussões deixem de se centrar na falta de segurança para que todos possamos ver aquilo que nos interessa: o futebol. E quando se fala de futebol, é inevitável que se pergunte: quem pode ganhar este Mundial?


A escolha de Brasil e Espanha não tem nada de surpreendente, uma vez que se trata de duas selecções absolutamente consensuais, as actuais campeãs da América do Sul e da Europa e as duas primeiras do ranking da FIFA.


O Inter de Mourinho mostrou ao Mundo que é possível ganhar sem ter a bola mais tempo, apenas fazendo dela um uso inteligente e, neste particular, são a Alemanha e a Itália as maiores candidatas ao sucesso. Coesão atrás (mais a Itália do que a Alemanha), competência nas transições e uso vertiginoso da bola (mais a Alemanha do que a Itália) são as armas fundamentais de duas selecções que mostram sempre uma competitividade acima das previsões e que por isso são duas das principais "outsiders" quanto à vitória final.


Mas há mais. É impossível esquecer a força individual da Argentina ou a contribuição de Fabio Capello para o esforço da Inglaterra.



Portugal poderá ser um potencial vencedor caso resolva a questão do espaço táctico e pessoal a ser ocupado por Cristiano Ronaldo na equipa.

VOLTEI!!!!




Este post é para os leitores assíduos deste blog(como se fossem muitos rsrs).
Tenho estado ausente do Blog, unicamente por falta de tempo. O tempo é um bem precioso, muitas vezes escasso, e algo ficou para trás, desta foi o Blog.
Caros amigos, finalmente regressei, após quase um ano, pois de repente lembrei-me que ele existe e senti necessidade de cá vir escrever mais um disparate qualquer sem sentido, pelo menos para a maioria dos leitores que perdem algum do seu precioso tempo a ler estas baboseiras que por vezes escrevo.
Voltei! Voltei com novo espírito, algumas id eias e outra ambição.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Anuário Futebol Mundial 2008/09


"Estou feliz por ver um sonho realizado e contente por uma obra tão rica aparecer em Portugal. É um documento fantástico, de enorme valor, que resulta de uma pesquisa exaustiva e que demonstra a dedicação ao futebol por parte do autor. Trata-se de uma obra que tem um largo campo de interesse. Para mim, como treinador, é uma ferramenta de consulta extremamente útil, como também não tenho dúvidas de que o será para os diversos agentes desportivos - clubes, treinadores, jogadores, jornalistas e adeptos -, que passam a ter em mãos um vasto documento com informação organizada sobre os intervenientes dos principais campeonatos".PAULO SOUSA

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Futebol de Xadrez

Tive conhecimento sobre a empresa Lundens Spirit, de jogos educativos bem interessantes entre eles Futebol de Xadrez.







regras dos Jogos:Futebol de Xadrez (PDF)

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Candidatura ao Mundial 2018

Portugal e Espanha estão realmente juntos na candidatura para o Campeonato do Mundo de Futebol de 2018 e vão apresentar a proposta para a FIFA no próximo dia 2 de fevereiro. O acordo foi assinado nesta Segunda-feira (dia 19), em Lisboa, pelos presidentes das duas federações nacionais, depois que os principais líderes de governo deram o aval, José Sócrates por Portugal, Rodriguez Zapatero pela Espanha.
Segue-se agora um longo processo que termina em Dezembro de 2010, quando a FIFA anunciar os nomes dos países organizadores dos Mundiais de 2018 e 2022. Isto porque a FIFA abriu concurso para dois campeonatos, sem distinção. Ou seja, quem concorre a 2018 está a candidatar-se também a 2022. Mas tudo indica que o Mundial 2018 será realizado na Europa, depois de África do Sul 2010 e Brasil 2014. Deste modo, e mesmo tendo já caído o princípio da rotatividade formal entre continentes, é entendimento comum que o Mundial 2018 acontecerá na Europa.
Os dois presidentes escusaram-se a falar sobre questões logísticas ou como será feita a repartição de cidade e estádios. Essa tarefa fica a cargo de uma comissão conjunta – o comité de candidatura – que irá ser formada dentro em breve. Uma certeza ficou expressa: em caso de sucesso da candidatura ibérica, haver apenas um Comité Organizador, e não dois, como aconteceu na Coreia/Japão
Se a candidatura conjunta de Portugal e Espanha for aprovada pela FIFA, os dois países têm muito a ganhar. Pelo menos é isso o que imaginam as autoridades locais.
Portugal conta com oito estádios construídos para o Euro 2004, mas um problema é que nenhum deles tem capacidade para os 75 mil espectadores sentados que a FIFA exige para o jogo inaugural ou a final do Campeonato do Mundo. Os portugueses também sonham alavancar definitivamente o futebol no país e iniciar um intercâmbio com clubes poderosos, como Villarreal, Real Madrid e Barcelona, os espanhóis, donos de um dos campeonatos mais ricos do mundo, voltam seu foco para outra área: o turismo.
A Espanha já faz planos de ter dois milhões de turistas a mais caso venha a promover a principal competição do futebol mundial.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

CRISTIANO RONALDO - Melhor Jogador do Mundo



Existem alguns jogadores sobre os quais não há polémica. Eles nunca enervam nem irritam. Nunca levantam dúvidas ou comentários. E depois existem aqueles que exaltam. Aqueles cujo puro brilhantismo leva o medo ao coração dos seus adversários, e esperança ao coração dos seus admiradores. Jovens de todo o Mundo querem ser como eles ou então vencê-los. São aqueles que nos fazem ter sentimentos fortes. Mas quer os adoremos ou detestemos, quando se chega ao fim da linha, e as evidências continuam a crescer, até os seus piores críticos não podem negar a verdade suprema.



O futebolista internacional português Cristiano Ronaldo , jogador do Manchester United , foi eleito o melhor jogador do Mundo de 2008 pela Federação Internacional de Futebol (FIFA), na Gala do organismo, em Zurique, Suíça.
Cristiano Ronaldo, que já havia ganho a " Bola de Ouro " do France Football, tornou-se o segundo português a arrebatar o troféu, depois de Figo, em 2001 .

Em 2008, o extremo luso, de 23 anos , venceu o Mundial de clubes, a Liga dos Campeões e a Liga inglesa, sendo eleito o melhor jogador da "Champions" (também o melhor avançado) e da "Premiership", provas em que foi igualmente o melhor marcador.

Com os 31 golos apontados na edição 2007/2008 do campeonato inglês, Cristiano Ronaldo conquistou também a " Bota de Ouro ", num ano em que só lhe faltou brilhar pela Selecção das "quinas" (eliminação nos quartos-de-final do Europeu, face à Alemanha). Cristiano Ronaldo tornou-se igualmente o segundo jogador a conquistar no mesmo ano a Bota de Ouro, a Bola de Ouro e o troféu da FIFA , depois do brasileiro Ronaldo, em 1997.

domingo, 4 de janeiro de 2009

EM DEFESA DO DESPORTO

Mais um ano, e todos nós queremos sentir que tudo pode acontecer de outra forma. Deve ser porque o homem tem, necessidade de renascer, de transformar-se para melhor. Talvez queira ter a sensação de que é dono do seu próprio destino, arquitectando dias seguintes e modificações. Mas se pensarmos... Novo ano, velhos pedidos! As mesmas vontades de felicidade, antigos desejos. Desde que me percebo, as pessoas desejam sempre as coisas de sempre... Novas palavras sobre velhos temas. Queremos coisas boas, apenas as desejamos de maneiras diferentes.
Por isso faço pedido diferente, relacionando com o tema do blogue, e surge umas palavras de Jorge Olimpo Bento “Em Defesa do desporto”.


1. A primeira é da autoria de José Manuel Constantino: “O desporto precisa de ser defendido.
Defendido perante os seus desvios. Defendido perante os seus opositores. Essa defesa requer um pensamento crítico e actualizado sobre as suas práticas, sob pena de se acumularem intenções e objectivos que o desporto, supostamente, deveria garantir e que teima em não atingir.
Muitas das posições críticas ao desporto, particularmente incisivas por parte dos novos ascetas do higienismo, repousam no facto de os defensores do desporto permanecerem prisioneiros de perspectivas redutoras e defensivas, que aprisionam o desporto a uma lógica de sentido único, quase que pedindo licença para ocupar o seu espaço.
O espectáculo desportivo e a sua comercialização arrastando fenómenos de perturbação à sua matriz identitária e a desregulação que isso originou alteraram o equilíbrio de muitas das suas teses e interpretações
e desfizeram mitos com os quais muitos anos conviveu.
A defesa do desporto é, também, isso. A avaliação do capital de experiência que a história do desporto acumulou
(...) Um capital de experiência que é contraditório: tem aspectos positivos ao lado de negativos”. Para contribuirmos para a defesa do desporto, para o defendermos dos seus desvios e desvarios, assim como dos seus opositores, devemos entender que ele, como qualquer organismo, é dotado de mecanismos endógenos de regeneração. A sua defesa e credibilidade têm que vir de dentro, do esforço daqueles que o pensam, investigam, teorizam e ensinam, organizam e dirigem, praticam e usufruem. Por isso ele deve merecer, de todos quantos perfazem o seu sujeito plural, um esforço constante de renovação e melhoria. Como disse Ortega y Gasset, nós “temos o dever de pressentir o novo”.
2. Aos opositores ao desporto, nomeadamente àqueles que lançam sobre ele a acusação de ser da ordem do efémero e contingente, quero expressar alguma concordância formal e total discordância substancial. Sim, o desporto está aí para cultivar a ética e estética da contingência, a beleza e alegria do contingente e imanente na peripécia que a vida encarna, celebrando tanto o brilho do que nos é dado como a sombra do que nos falta e inquieta. Convida-nos a optar “pelo aperfeiçoamento humildemente tentativo e resignadamente inabalável do que sempre nos parecerá de algum modo imperfeito, em vez de o recusar com desânimo culpável ou de tentar agigantá-lo até que a sua enormidade inumana nos esmague”.
Ao exaltar o contingente ele não impede de apontar para a excelência, entendida não como “a busca de nenhum absoluto (o excelente conseguido será tão contingente como o medíocre rebaixado), mas o afã de ir mais além e aperfeiçoar o que conseguimos (...) embora sem nunca sairmos da limitação que nos define e baliza o sentido a que podemos aspirar”.
3. Muitos mitos alimentam o desporto, tal como a vida. Alguns carecem de ser esclarecidos e quiçá abandonados. Todavia outros são essenciais. Assim devemos ter bem presente a advertência seguinte: “Precisamos de mitos para tornar suportáveis os nossos dilemas irresolúveis. (…) Se fôssemos demolidores irresponsáveis de mitos, rasgaríamos os nossos direitos humanos e começaríamos de novo: repensando o que queremos dizer com vida humana e dignidade humana. Por enquanto, se quisermos continuar a acreditar que somos humanos, e justificar o status especial que nos atribuímos – se, na verdade, quisermos permanecer humanos através das mudanças que enfrentamos -, é melhor não descartar o mito, mas começar tentando viver à sua altura”.
Defender o desporto é, a esta luz, procurar viver à altura do mito desportivo, aproximar-se da concretização dos sentidos, axiomas, fins e ideais que ele aponta. Mesmo sabendo quão difícil é chegar lá.
4. A defesa do desporto exige, portanto, uma nova atitude perante ele. Necessitamos de renovar a maneira de o encarar; de voltar a despertar, nas crianças e jovens, o entusiasmo e a paixão por ele. Urge que o discurso oficial enfatize a substância que ele encerra, o quanto a excelência desportiva é essencial à formação de uma geração moldada pelo desejo de vencer, de transcender defeitos e fracassos, assumir esforços para atingir metas sobre-humanas e evitar o inumano, de não se acomodar a um passado e destino de perdedores crónicos. Não, não chega participar, é imperioso ousar triunfar e não se resignar, mesmo que a derrota bata sucessivas vezes à nossa porta.
Em suma, há que retomar o projecto de um país desportivo, por fora e por dentro, no corpo e na alma, nos sonhos e ambições, nos princípios e convenções.
Mobilizar para o desporto é acordar e envolver o país com uma causa social e cultural.

In BENTO, Jorge Olímpio; CONSTANTINO, José Manuel (2007): Em Defesa do Desporto – Mutações e Valores em Conflito. Coimbra:cEdições Almedina.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

sábado, 27 de dezembro de 2008

RECTROSPECTICA DE 2008

Caros Amigos,

É chegado o final do ano, época em que é comum colocarmos na balança todas as nossas realizações pessoais e profissionais, e principalmente fazermos planos para o ano seguinte esperando que tudo seja diferente e melhor.
Mas, como todos os blogues que se prezem, fiz uma breve pesquisa para fazer uma retrospectiva desportiva de algumas actividades deste ano, e o resultado foi impressionante.











Que os dias do Ano Novo sejam uma sequência de proveitosas realizações e repletos de paz e felicidades! Feliz ano 2009!!!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

MENSAGEM DE NATAL


A Melhor mensagem de Natal é aquela que sai do coração de cada um de nós e que tenta demonstrar o quanto algumas pessoas são importantes nas nossas vidas.
É hora de renovar os sonhos.
Não existe realização sem sonho, sonhar é rascunhar a realidade, conquistar é acreditar, não conquistamos aquilo que não acreditamos.
Procuremos amar mais, acreditar, sonhar e viver mais.
Que tudo isso sirva, não apenas para o dia de natal, mas para o Natal de todos os dias.

O ESTAREJADIGITAL deseja a todos muita paz, felicidade, prosperidade, amor e muitos sucessos desportivos.

domingo, 7 de dezembro de 2008

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Quando se contrata um treinador

Tem a sua piada que o português seja tão exigente com o futebol. Se a equipa perde duas vezes de seguida (às vezes basta uma), começam logo a querer despedir o treinador, e a assobiar a equipa. As pessoas querem resultados, e quando não os obtém, os clubes não têm problemas em despedir um treinador e contratar outro, mesmo se a culpa até nem era dele.
Quando no início da época se contrata um treinador, os clubes devem ter presente que mais do que o líder ou o estratego, contrata-se também, simultaneamente, o seu modelo de jogo preferencial.
A partir desse momento, a construção da equipa – e do plantel- deverá ser feita tendo em conta essa referência, de forma a permitir por em prática a sua filosofia de jogo, sistema e táctica. Não faz sentido, um treinador alterar o seu modelo de jogo de equipa para equipa em função dos jogadores. Tal só significaria falta de personalidade táctica e, até incoerência ideológica. Aceitando uma realidade dessas, o treinador, no caso de insucesso, seria condenado sem defender as suas ideias, mas sim por aplicar as dos outros, esses sim os principais responsáveis –dirigentes ou administrações- que, impunes, limitam-se a despedir o treinador, fugir ás suas responsabilidades, e contratar outro técnico, quase sempre com um modelo completamente diferente. Este cenário sucede todas as épocas, em vários clubes e nele está a razão para a maioria dos incussesos de muitas equipas de quem até dizem ter bons jogadores.
A confusão de competências que cruzam os actuais departamentos de futebol – presidente, director desportivo, treinador- impede muitas vezes, sem uma articulação correcta, a construção de uma ideologia comum que respeite os princípios atrás referenciados. No fundo, a ultima palavra deveria pertencer sempre ao treinador, e isso, na maioria das vezes, não acontece. Como é possível então julgá-lo depois pelos resultados se ele não teve condições para por em pratica o seu modelo? Ou seja, é condenado pelas ideias dos outros. Muitas vezes, porém, mesmo com sintonia de ideias desde o primeiro dia, não é possível encontrar todas as condições –entenda-se jogadores- para colocar em prática esse modelo de jogo. Nesses casos, o treinador terá de procurar novos equilíbrios, capaz de conciliar as suas ideias com as limitações presentes.

sábado, 8 de novembro de 2008

5ª CONFERÊNCIA TREINO DE JOVENS

21 de Novembro de 2008
21.00 h
Hotel Dighton
Oliveira de Azeméis


Esta será a 5ª edição da Conferência sobre Treino de Jovens, que a Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis organiza, num momento em que o desporto juvenil em Portugal debate-se com problemas de baixa adesão e de um considerável abandono prematuro.
Apenas 10% da população juvenil entre os 10 e os 16 anos encontram-se enquadrados no sistema desportivo português, sendo a faixa etária determinante para a aquisição de hábitos de actividade física, para a implantação do gosto pela prática desportiva e para a aquisição dos conteúdos básicos da maioria das modalidades.
Este quadro resulta de múltiplos factores, tais como as estruturas de acolhimento, desvio nas orientações aconselhadas para o desporto juvenil (treino e competição) e a grande diversidade de interesses fora da órbita do desporto.
O movimento associativo ao intervir no intervalo etário coincidente com o período de escolaridade obrigatória, contribui para o desenvolvimento integral dos jovens, afirmando o Desporto como importante factor de aperfeiçoamento pessoal e social, formação do carácter, integração dos valores da cidadania em geral e da ética e espírito desportivo em particular e a sensibilização e desenvolvimento de estilos de vida saudável.
Neste contexto, o treinador é de facto um dos elementos nucleares do processo desportivo e é instrumento determinante da sua transformação. Cabe-lhe a responsabilidade de agir, não só sobre os praticantes, mas também sobre pais e dirigentes, a fim de alterar as atitudes e comportamentos destes face ao desporto para jovens, contribuindo para reformular o seu pensamento e filosofia de intervenção, daí também a cada vez maior importância da comunicação, neste cada vez mais complexo mundo do desporto nos escalões de formação.


As inscrições são gratuitas e podem ser efectuadas por correio, por fax 256 660 896, por e.mail
gdesporto@cm-oaz.pt, ou entregues pessoalmente no Gabinete de Desporto até ao dia 19 de Novembro de 2008

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Seminário Nacional "Treino de Guarda Redes"



Hoje em dia, o Guarda Redes não tem apenas como missão tentar deter os remates da equipa adversária e assim manter a sua baliza inviolável.
Com a evolução que o futebol sofreu ao longo dos últimos anos, as responsabilidades do Guarda Redes aumentaram, assim se alterando a forma
de ocupar a área ou mesmo a participação no lançamento de contra ataques.
Por isso, o Guarda Redes tem que ser mais do que o resultado de algum talento cuja formação é feita através de exercícios isolados da restante
equipa, e que apenas é integrado quando a equipa realiza situações de jogo ou de "finalização". No sentido de dar resposta às novas exigências
impostas pela alta competição, torna-se fundamental dotar todos os Técnicos e Guarda Redes de capacidades que lhe permitam cumprir as suas
funções de uma forma eficaz.
O meio de potencializar as capacidades nesta posição tão específica é a formação desportiva. É este o objecto do presente Seminário, dedicado à
formação do Guarda-redes no Futebol moderno de alta competição.

Programa Científico Definitivo

Dia 1 Dezembro 2008- 2ª Feira - Feriado

08h30m - Abertura do Secretariado
09h30m - Sessão de Abertura
10h00m - Modelo de Formação do Guarda Redes Wil Coort – FC Porto
10h45m - Pausa para Café
11h00m - Planeamento e Periodização do Treino de Guarda Redes Ricardo Peres – Sporting CP
11h45m - Análise e Observação de Guarda Redes Fernando Brassard – Selecção Nacional
12h30m - Pausa para Almoço
14h30m - Modelo de Treino de G.R. das Escolas aos Juniores Vítor Silvestre - Sporting CP
15h15m –Treino do G.R. Profissional."A Dimensão da Exigência Europeia”Jorge Vital – SC Braga
16h00m - Pausa para Café
16h15m – Treino GR – Aspectos Psicológicos Silvino Morais – AAC - OAF
17h00m - Pressupostos Técnico-Tácticos-Modelo de Intervenção. Luis Matos – SL Benfica
18h00m - Visita à Academia Dolce Vita